sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Bancada do Ceará consegue a liberação de R$ 150 milhões para cinturão das águas e outros R$ 150 milhões para a ferrovia transnordestina

As obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), executadas pelo governo estadual, receberam repasse de R$ 150 milhões  do Ministério da Integração Nacional nesta quarta-feira (14/12).
O pagamento ocorre após  empenho da Bancada do Ceará, junto a  Secretaria de Governo e com a contribuição direta do Ministro Helder Barbalho da Integração Nacional ,  com a sua sensibilidade com a emergência hídrica do Ceará.
Para concluir o trecho 1 do Cinturão das Águas dos Ceará (CAC), a emenda da Bancada do Ceará, no  valor  de R$ 150 milhões foi liberada pela à União graças ao empenho durante este ano para que a emenda impositiva fosse paga antes do fim do ano afim de garantir a sua conclusão e assim evitar evitar o “ colapso” hídrico .
Para o Coordenador da Bancada do Ceará, Deputado Federal José Airton Cirilo (PT-CE) esta liberação é fundamental para que a população já sofrida pelos anos seguintes de seca, tenham a esperança de a água chegar até o fim de 2017.
“Nós estamos  entrando no 6º ano seguido de seca e essa notícia de liberação dos recursos para o Cinturão das Águas é motivo de muita alegria e esperança. Não medirei esforços para garantir água para todos os cearenses”
Coordenador da Bancada do Ceará, Deputado Federal José Airton Cirilo (PT-CE)
Outra boa notícia é a liberação dos recursos  destinada pelo  Governo Federal    no valor de R$150 milhões pelo Fundo de Investimentos do Nordeste – FINOR para a continuidade das obras de uma das principais obras de infraestrutura em curso no País, a Ferrovia Transnordestina  que recebeu novo aporte de recursos nesta semana.
Com 1.728 km de extensão, a Ferrovia Nova Transnordestina visa ligar o Porto de Pecém, em São Gonçalo do Amarante, no estado do Ceará, ao Porto de Suape, em Ipojuca, estado de Pernambuco, além do cerrado do estado do Piauí, no município de Eliseu Martins.

O projeto intenciona elevar a competitividade da produção agrícola e mineral da região com uma logística que une uma ferrovia de alto desempenho e portos de calado profundo que podem receber navios de grande porte.

Fonte: Roberto Moreira/D.N

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