quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Afinal, é comum faltar medicamento no posto de saúde do seu bairro?

A quantidade insuficiente do estoque de medicamento nas farmácias públicas do município de Camocim sempre foi uma dor de cabeça para as famílias que acessam a rede pública municipal de saúde. Este sem dúvidas não é um problema só do município, mas sim o reflexo de uma realidade da saúde no Brasil. 
Na semana passada o assunto veio a tona nas redes quando o vereador Erasmo Gomes (PR) resolveu , diante das reclamações de moradores, sair do gabinete e ir até um posto de saúde localizado no bairro São Pedro para fiscalizar o estoque de medicamentos existente na unidade. Uma atitude incomum por parte do parlamento municipal daqui, no entanto, dentro da esfera de competência do legislador. 
Na primeira tentativa, Erasmo adentrou a unidade com a câmera do celular ligada e perguntou a atendente ao vivo pela transmissão se poderia dar uma olhada no estoque de remédio. A resposta é que o expediente matutino havia se encerrado naquele horário. Ao retornar no horário da tarde foi impedido, segundo ele, de fiscalizar a farmácia da referida unidade.  Além de ter sido impedido de exercer a função inerente ao cargo de vereador, tornou verossímil as reclamações dos usuários pela a falta de medicamento. 
Sendo a saúde a área mais demandada de recursos por parte da união, estados e municípios, a distribuição de remédio é sem dúvidas parte de um serviço essencial garantido por lei a população. 
Dois dias depois, a Prefeitura anunciou na sua página na internet, investimento de cerca de R$ 2 milhões de reais na compra de novo estoque para abastecer a farmácia municipal. 
Diante deste verdadeiro toma-lá-dá-cá de reclamação dos usuário do serviço público de saúde e ao dito investimento anunciado pelo Governo.
Perguntamos ao leitor do nosso portal CPN: afinal, é comum faltar medicamento no posto de saúde do seu bairro?

André Martins/CPN

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