terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Chuvas deixam semáforo da 24 de Maio sem funcionar em Camocim

Choveu com intensidade moderada na tarde desta terça-feira, 11, na zona urbana de Camocim. O volume foi suficiente para interromper o funcionamento do semáforo do cruzamento das ruas 24 de Maio com Alcindo Rocha. 

Com o equipamento sem funcionar, o tráfego de veículos pelo trecho ocorre de forma desordenada. 

É necessário prudência. 

André Martins

Prefeito de Beberibe, aliado de Sério Aguiar é afastado do cargo por 90 dias

O plenário da Câmara Municipal de Beberibe decretou, nesta segunda-feira (10), o afastamento do prefeito Padre Pedro da Cunha (PSD), por um prazo de até 90 dias,  por possíveis crimes de responsabilidade. Com a decisão (11 votos a 2), o vice Tharsio Facó (PPS) assumiu o comando do município.
Em entrevista ao Sistema Verdes Mares, após a decisão dos vereadores, Cunha afirmou que vai se reunir com advogados nesta terça-feira (11) para avaliar a situação. "Amanhã eu estou com os advogados,  e eles darão alguma notícia".
A 9ª Sessão Extraordinária da 2ª Sessão Legislativa da 18ª Legislatura tratou especificamente do Processo de Cassação de Mandato PCM n° 2/2018, para apreciação do recebimento da denúncia por parte dos Vereadores, apresentada por Armando Sombra Bonfim e Fabiano Rocha Sousa, sobre "possíveis desvios de conduta na gestão do Erário municipal". 
Cunha enfrenta uma série de denúncias em Beberibe, como o atraso em três meses do salário de servidores, acúmulo de lixo na cidade e teve uma licitação anulada por várias irregularidades no processo.

Procurado pela reportagem no último dia 6 de dezembro, o prefeito afirmou se tratar de uma perseguição política. "Querem tomar o poder de qualquer jeito. Dizem que estão pensando no município, mas não estão". 

Diário do Nordeste

Senado vota dois projetos de proteção aos animais nesta terça

Já está incluída na ordem do dia de terça-feira (11), com regime de urgência, a votação de projetos do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e do deputado Ricardo Izar (PP-SP) que modificam a legislação brasileira, visando dar maior proteção e dignidade aos animais em suas interações com os seres humanos.
As duas propostas tramitam juntas. Em linhas gerais, o projeto de Randolfe determina uma multa, que pode chegar a mil salários mínimos, para estabelecimentos comerciais que de alguma forma maltratem ou abusem de animais (PLS 470/2018). Nestes casos, os abusadores também podem pegar até 3 anos de cadeia, além de arcarem com uma multa a ser determinada em processo judicial.
Já a proposta de Izar estabelece um regime jurídico especial aos animais, devendo com isso gozar e obter tutela jurisdicional em caso de violações de direitos. Com esse mecanismo, o Ministério Público passará a poder abrir processos investigatórios para garantir a proteção dos direitos de animais (PLC 27/2018).

Do Diário do Nordeste

MPF pede cassação de Sérgio Aguiar candidato à presidência da Assembleia

O Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) entrou com pedido de cassação do deputado estadual Sérgio Aguiar (PDT), pré-candidato à presidência da Assembleia Legislativa. Em representação na Justiça Eleitoral, o parlamentar é acusado de ter se beneficiado eleitoralmente de contratações temporárias feitas neste ano pela Prefeitura de Camocim, berço político de Aguiar.

Na ação, a gestão da prefeita Mônica Aguiar (PDT) - esposa de Sérgio - é acusada de aumentar "vertiginosamente" o número de contratos temporários neste ano, havendo ainda indícios de que estes servidores teriam sido constrangidos a colaborar com a campanha do deputado. Em um dos casos, número de professores temporários cresceu mais de dez vezes em dois meses.

"Também servem de indícios para a prática de conduta vedada a curta duração dos contratos celebrados, com início nos meses de julho/agosto de 2018 e encerramento previsto para dezembro, pouco tempo após o encerramento das eleições", diz a ação, que destaca que as contratações muitas vezes abasteciam programas com caráter "eleitoreiro".

Na ação, o procurador eleitoral auxiliar do Ceará, Samuel Arruda, pede que o parlamentar tenha o diploma de deputado cassado e fique inelegível até 2026, além de multa em até R$ 393 mil. Caso o julgamento ocorra antes da diplomação, marcada para ocorrer entre 15 e 19 de dezembro, o MPF pede que seja cassado o registro de candidatura de Aguiar.

Em entrevista ao O POVO, o deputado Sérgio Aguiar afirmou que a denúncia que baseou a representação tem motivação "política" e foi movida por membros da oposição da cidade, liderada pelo ex-prefeito Chico Vaulino. Segundo ele, as contratações registradas neste ano não tinham "viés político" e seguiam leis aprovadas pela Câmara Municipal de Camocim.

Ele rejeita ainda que as contratações tenham tido impacto na eleição, destacando que tem recebido votações crescentes em Camocim desde 2006, quando foi eleito para a Assembleia pela 1ª vez. Na eleição deste ano, Aguiar foi o 3º deputado estadual mais votado do Ceará, com mais de 100,9 mil votos. "Não tenho nenhuma preocupação com essa acusação".

O MPF, no entanto, destaca o impacto da votação de Sérgio Aguiar em Camocim em sua eleição. Disputando com mais de 600 opções de deputados estaduais, o parlamentar conseguiu lá mais de 17,2 mil votos, 54% de todos os votos do município. "É possível constatar que o ilícito resultou em desequilíbrio entre os concorrentes", afirma a matéria.

Além da cassação de Sérgio Aguiar, o MPF pede ainda que a prefeita de Camocim seja condenada a pagar multa de R$ 393 mil. A representação segue denúncia de quatro vereadores de Camocim, Juliano Abreu Cruz, Júlio Cesar Sotero, Edvanilson Oliveira de Sousa e Ismael Jorge Gomes, apresentada ao órgão. (colaborou Carlos Holanda, especial para O POVO)

Fonte: OPovo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Ex-tesoureiro Felipe não é localizado e prefeita de Camocim será chamada a depor

O ex-tesoureiro da prefeitura de Camocim, Felipe Araújo Veras, não compareceu ao depoimento na Promotoria de Justiça local, marcado para ontem. Foi ele o servidor que transferiu R$ 552 mil de verbas do tesouro municipal para golpistas que teriam clonado o celular da prefeita da cidade, Mônica Aguiar (PDT). Na próxima semana, a gestora será convocada para também dar explicações ao Ministério Público (MP) sobre o caso.
Veras não foi localizado para a intimação. O ex-programador financeiro não é visto em Camocim desde a manhã de quarta-feira, segundo as  informações obtidas pela promotoria. Ele iria esclarecer por que fez as cinco transferências bancárias acatando apenas orientações recebidas via WhatsApp - o que quebra regras de liberação de verbas públicas.
  
As mensagens pedindo as movimentações abasteceram três contas dos bancos Inter, Banco do Brasil e Caixa Econômica sediadas em São Luís, no Maranhão, confirme O POVO mostrou em reportagem nas últimas terça e quarta-feira. O golpe aconteceu na tarde da sexta-feira da semana passada, dia 30. Só teria sido percebido momentos depois das transações. No dia seguinte, foi narrado num Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), em Fortaleza.
  
O promotor de Justiça de Camocim, Evânio Mota Filho, remarcou o depoimento do ex-tesoureiro para a próxima semana. Ele também reagendou a oitiva da chefe de gabinete da prefeita, Betinha Magalhães, que também seria ontem. Considerou que o depoimento de Veras é prioridade para entendimento dos fatos. 
  
O MP quer ter acesso a documentos que comprovem se as contas no Maranhão tiveram os repasses bloqueados. Apenas na tarde de domingo, a procuradoria de Camocim obteve liminar ordenando o bloqueio das transferências. A documentação era esperada para os depoimentos de ontem, mas não foram apresentados. 
  
Ontem, o vereador Francisco Vaguinho Monteiro apresentou na Câmara Municipal a denúncia de infração político-administrativa e formalizou o pedido de cassação do mandato da prefeita Mônica Aguiar. Hoje pela manhã, o promotor Evânio Mota Filho terá reunião na sede da Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap), em Fortaleza, para discutir o caso.

No Jornal O Povo

Vereador Erasmo se abstêm de eleição para Presidência da Câmara e viaja a Brasília

O vereador Erasmo Gomes (PSL) líder da bancada de oposição na Câmara, anunciou que irá se ausentar da sessão que elegerá a nova composição da mesa diretora da casa legislativa de Camocim, agendada para esta segunda-feira, 10, pela amanhã. 

O parlamentar do PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro, afirmou que vai ao um compromisso em Brasília. O anúncio foi feito pelo próprio parlamentar em vídeo publicado no Facebook. 

Sobre a disputa das duas chapas a presidência representada pelos vereadores César Verás (Governo) e Oliveira da Pesqueira (Oposição), Erasmo afirmou que vai se abster da votação por critério de ideologia partidária, excluindo-se da missão de somar forças com sua bancada de oposição na Casa legislativa. A decisão do vereador encontrou inconformismos. 

André Martins

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Atraso na inauguração de Mercantil em Camocim frusta expectativas de candidatos a vagas

No último dia 23 de maio do corrente ano, camocinenses interessados em ocupar vagas de emprego no novo Mercantil Onofre que foi construído na cidade, foram convocados a deixar currículos com promessa de seleção rápida na empresa. 

Com a oferta de cerca de 32 vagas de empregos diretos, uma multidão de pessoas compareceram interessadas nas mesmas. Todos na expectativa de que o empreendimento comercial inauguraria entre os meses de junho e julho. Porém, após 3 agendamentos de datas, somam sete meses de espera de respostas. 

Na esteira do atraso, começam a surgir especulações em torno da referida inauguração do Mercantil. Uma interferência direta do Governo municipal dificultando a concessão de licenças para funcionar pode está entre as hipóteses realistas. Segundo consta, agentes políticos reivindicaram, em troca das licenças, indicação para vagas de trabalho na empresa. 

Até o presente momento, para quem tinha pressa em funcionar na cidade, o Mercantil Onofre não agendou data para o início das operações. Enquanto isso, leitores deste Blog, que acompanharam a informação da abertura da seleção, querem saber: qual o real motivo do atraso da inauguração do Mercantil Onofre? A seleção foi mesmo realizada? 

André Martins

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Morre a camocinense Luciana Feitosa vítima de câncer aos 43 anos de idade

Faleceu às 12:50 horas desta quinta-feira, 06, a camocinense Luciana Feitosa de 43 anos vítima de câncer, no Instituto do Câncer em Fortaleza. A informação foi repassada pela família a nossa redação. 

A luta contra a doença durou vários anos na vida de Luciana e mobilizou toda a família e uma rede amigos em apoio e oração pela saúde da camocinense que se tornou exemplo de fé e garra. 

Descanse em paz, Luciana. Sua batalha aqui na terra terminou. Aos familiares, o nosso mais sincero sentimento de solidariedade. 

André Martins/Foto reprodução

Rotas do Ceará: Ilha Praia Hotel conquista selo de excelência e qualidade

O Ilha Praia Hotel de Camocim foi agraciado com o primeiro selo de qualidade pela excelência na prestação de serviços de hotelaria no município. A gerente do estabelecimento, Klesse Araújo, recebeu, em nome de toda a equipe do hotel, a homenagem durante cerimonia realizada no La Méson Hotel em Fortaleza. 

O prêmio atesta o alto padrão de qualidade do estabelecimento, critério atestado pelo índice de satisfação do cliente. Vale dizer, que este é o primeiro prêmio conquistado pela empresa desde sua reinauguração há cerca de 10 meses atrás. 

"Tenho a honra de compartilhar esse momento tão importante para nós do Ilha Praia Hotel.
Ilha praia hotel recebe seu primeiro selo de qualidade.
Para nós é muito importante somos o único hotel que no ano de 2018 a ganhar. Em apenas 10 meses a frente do hotel já conquistamos no selo de qualidade." Destacou a gerente Klesse dedicando o prêmio ao administrador do hotel, o empresário Fábio Lima e toda a equipe do estabelecimento. 

André Martins

Vagas de Emprego Sine/IDT Camocim (06.12.2018)



Nascido em Camocim, empresário José Dias Macêdo morre aos 99 anos

Morreu, na madrugada desta quinta-feira (6), o empresário cearense José Dias de Macêdo, fundador de um dos maiores grupos empresariais do País. A informação sobre o falecimento foi confirmada por um familiar. A causa da morte não foi divulgada.
Nascido em 8 de agosto de 1919, na cidade de Camocim, José Dias de Macêdo era formado em Economia pela faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Ceará (UFC). Foi também diretor–presidente das organizações J. Macêdo, grupo com atuação nacional criado e gerido por ele, composto por conglomerado de empresas de veículos, tecidos, equipamentos, pneus e alimentos. 
Foi casado com Maria Proença de Macêdo durante 64 anos, até o falecimento dela, em janeiro 2006. O casal teve oito filhos.
Agraciado com o Troféu Sereia de Ouro em 1976, José Macêdo colecionou títulos e homenagens durante toda a vida, dentre os quais: Título Honorífico de Cidadão de Fortaleza, Destaque Empresarial, Prêmio Tendência – Setor Pioneirismo, Medalha da Abolição, Medalha do Mérito Industrial e Medalha Ivens Dias Branco.

No Diário do Nordeste

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

FRAUDE na Prefeitura: Mônica Aguiar e tesoureiro Felipe serão chamados para esclarecimentos na Câmara

O vereador Marcos Coelho (PSDB) protocolou na manhã de hoje um requerimento na Secretária da Câmara solicitando que o programador financeiro do Município, Felipe Veras, e a prefeita Monica Aguiar  compareçam ao poder legislativo para explicar para a população, "pormenorizadamente", o episódio que vitimou financeiramente o município de Camocim.

"É dever dos Vereadores exercer a fiscalização dos atos da Administração Pública Municipal. Portanto, estamos solicitando que a Prefeita Mônica Aguiar, e seu Programador Financeiro Felipe Veras, compareçam à Câmara para explicarem, publicamente, sobre as transferências ilegais de recursos públicos, "autorizadas" via WhatsApp, no valor superior a R$500 mil, para contas de fraudadores", escreveu marcos Coelho em postagem no Facebook.

"Tal convocação e convite se justificam, considerando a flagrante irresponsabilidade operacional e moral para com o dinheiro público, considerando, inclusive, que o "modus operandi" na administração pública para efetuar pagamentos é absolutamente distinto de como fora realizado", justificou o vereador em seu requerimento.

André Martins

Promotor ouvirá tesoureiro Felipe Veras sobre desvio na Prefeitura de Camocim; "a operação foi um absurdo."


O promotor de Justiça de Camocim, Evânio Mota Filho, confirmou que irá ouvir amanhã, ou no máximo até sexta-feira, o depoimento do ex-programador financeiro da cidade, Felipe Araújo Veras. Ele executou as cinco transferências e disse acreditar que estava conversando com a prefeita da cidade. A pedetista Mônica Aguiar assinou portaria exonerando o tesoureiro - que não era funcionário público local. O POVO não conseguiu contato para falar com Veras. Além do ex-tesoureiro, gestores da área administrativa e de finanças também deverão ser convocados para depoimentos.

O promotor disse que poderá requisitar quebra de sigilos bancários e telefônicos. O Ministério Público (MP) requisitou que a administração municipal responda, em até 48 horas, detalhes das movimentações bancárias registradas no episódio. Também deverá confirmar a origem do recurso e saber de procedimentos adotados pelos gestores de Camocim.
"Pelo que se lê no B.O, a operação foi um absurdo. Teria que ser um secretário específico (para movimentar). Parecia uma bodega, com tamanha facilidade para receber esse dinheiro", comparou Evânio Mota. Os R$ 552 mil repassados aos fraudadores foram enviados em cinco operações para três contas bancárias dos golpistas.

A investigação pelo MP Estadual, na comarca local, vai apurar se houve o crime de improbidade administrativa, por fugir de normas padrões de repasse de verba pública, ou se foi constatado o crime comum na retirada do dinheiro pelos fraudadores. A Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap), outro núcleo do MP, irá apurar a hipótese de crime considerando a prerrogativa de função da prefeita Mônica Aguiar.

"O fato existe. Se tiver o envolvimento de agente com prerrogativa de função, fica na Procap. Se for crime comum e os administradores foram vítimas, ou se o agente não tem prerrogativa, fica na comarca", explicou a coordenadora da Procap, Vanja Fontenele. O procedimento foi instaurado ontem.

Ontem, seis vereadores de Camocim, incluindo um do partido da prefeita (PDT), apresentaram representação ao MP cobrando responsabilidades de Mônica Aguiar e do ex-tesoureiro Felipe Veras. Apontam crimes supostamente cometidos como peculato, corrupção passiva ou prevaricação.

Segundo o procurador estadual de contas, Gleidson Alexandre, o caminho para liberação de uma verba pública não pode acontecer a partir de uma troca de mensagens. "O caminho normal é o empenho, a liquidação e depois o pagamento. Não se transfere dinheiro público dessa forma, pelo telefone". 

Ressalta que esse percurso burocrático é uma forma de dar segurança ao dinheiro público. "O tesoureiro não poderia agir dessa forma".

Jornal Opovo

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Apagão atinge Camocim, Granja, Barroquinha e mais 3 cidades da região Norte


Um apagão atingiu vários municípios da região Norte do Estado e da Serra da Ibiapaba, no início da noite desta terça-feira (4). 
A interrupção de energia elétrica começou por volta das 18h20. As cidades afetadas foram Sobral, Barroquinha, Acaraú, Viçosa do Ceará, Granja e Mucambo. 
Em nota, a Enel Distribuição Ceará esclareceu que um desligamento na subestação da Chesf causou a falta no fornecimento de energia em alguns municípios da região Norte do estado na noite desta terça-feira (4).
A companhia informa também que por volta de 18h50 o fornecimento foi totalmente normalizado. A empresa está avaliando as causas, juntamente com a Chesf.

André Martins/Foto André Martins

NOTA: Prefeitura de Camocim esclarece tentativa de fraude


A Prefeitura Municipal de Camocim vem por meio desta, informar que as contas da Prefeitura sofreram uma tentativa de fraude, fato que vem sendo cometido por uma organização criminosa e que está sendo investigado pelas autoridades policiais.
Informamos que a Gestão adotou todas as medidas judiciais cabíveis junto ao Poder Judiciário do Estado do Ceará e da Polícia Civil, resultando no bloqueio dos valores envolvidos nas tentativas de transações financeiras, não tendo sido gerado nenhum prejuízo ao Município.
A Prefeitura Municipal de Camocim ressalta que os valores envolvidos nesta fraude não fazem parte dos recursos provenientes do FUNDEB, e sim de Recurso Próprio Municipal.

Com Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Camocim

Prefeita de Camocim tem telefone clonado e mais de meio milhão são desviados dos cofres da Prefeitura


A Prefeitura Municipal de Camocim foi alvo de um golpe que causou um rombo de R$ 552.500,00 nos cofres do município. Tudo começou quando a prefeita Monica Aguiar (PDT) teve seu número no WhatsApp clonado, e alguém se passando pela gestora entrou em contato com o programador financeiro da cidade, Felipe Araújo Veras (irmão do vereador e Presidente da União dos Vereadores do Estado do Ceará-UVC,  Cesar Araújo Verás), solicitando a transferência de  diversos valores da conta da prefeitura para conta de terceiros.

Segundo o Boletim de Ocorrência (BO) feito pelo próprio programador financeiro do município, o golpista se passou pela prefeita Monica Aguiar pedindo para retirar valores do FUNDEB, porém Felipe Araújo Veras informou não ser possível por não haver margem. Ele afirmou ainda ter tentado ligar para o número da prefeita, mas este estava desligado. 

O programador financeiro conta que o golpista pediu um repasse de R$ 45.000,00 e outro de R$ 300.000,00 para a conta em nome de Paulo Roberto Silva Dias Junior. Um novo repasse foi feito no valor de R$ 90.000,00 e outro no valor de R$ 17.500,00 para a conta de José Bernardo Rocha Sanches e outro repasse de R$ 100.000,00 para a conta de David Jorge Linhares Júnior.

Segundo a Lei 8.429/1992, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa, apesar do programador financeiro ter feito o BO, tal fato consta como improbidade administrativa, pois todo repasse dos cofres da prefeitura precisa ter comprovação do serviço para efetuar o pagamento, como licitação, emissão de nota fiscal, relatório, mesmo que o próprio gestor do município peça para fazer o repasse. 

Além disso, estranha o fato da conta do FUNDEB não haver margem, pois como será feito o pagamento dos professores municipais, inclusive o do décimo terceiro salário? O fato está sendo investigado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações e sob a responsabilidade da Delegada Alana Pinheiro Portela.

Diante de tais fatos, nos resta fazer as seguintes indagações: 

1- como pode um programador financeiro do município ter acesso direto as contas do FUNDEB, transferindo ao seu bel prazer dinheiro público, sem, contudo, haver documentos comprobatórios indispensáveis da suposta prestação de serviço, ou até mesmo de uma autorização formal do contador oficial do município? 

2- Será que o programador financeiro do município tem competência para realizar transferências de recursos do FUNDEB diretamente para contas de terceiros? 

3- Será que foi a primeira vez que o referido programador financeiro transferiu dinheiro público do município respaldado em uma simples mensagem de watts app da Chefe do Poder Executivo, Sra. Mônica Gomes Aguiar? 

4- Será que o programador financeiro quando realizou as transferências ilegais acima apontadas já não estava acostumado a cumprir ordens da Prefeita Mônica Aguiar pelo watts app, sem se valer das cautelas mínimas exigidas por lei? 

5- Quem garante que o programador financeiro do município de Camocim já não realizou outras transferências a terceiros com recursos públicos visando honrar algum compromisso pessoal?

6- Qual a sanção que o programador financeiro terá pela frente diante de tal atitude imoral e ilegal? 

7- Será que mais uma vez os munícipes terão que pagar a conta da desastrosa administração da Prefeita Mônica Aguiar ?

A Prefeita Monica Aguiar incorreu em crime de responsabilidade e deve ser imediatamente afastada de sua funções até que tudo seja devida e rigorosamente apurado. Está claro que o modus operandi na Prefeitura de Camocim é fazer pagamentos sem processo físico, sem licitação, sem ordem de empenho, sem previsão orçamentária, sem nota fiscal, sem atesto da execução dos serviços, sem pedido formal do Secretário ordenador de despesas, sem certidões negativas. Isso tudo é Crime contra a administração pública.

Com a palavra o Ministério Público Federal, Procuradoria Geral de Justiça, Procap e Polícia Federal.


No Revista Camocim

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Olinda ganha Praça da Infância do Governo do Estado

A Praça mais Infância, uma obra do Governo do Ceará feita por meio de convênio com o município, está pronta para ser entregue. A construção foi inciada em maio deste ano nas proximidades do Quartel da Polícia Militar. 

Os recursos são oriundos do Programa de Apoio às Reformas Sociais (Proares III) com o investimento de R$ 847.847,05. A data de sua inauguração ainda não foi divulgada.

A cidade de Granja também foi contemplada com o mesmo equipamento. O bairro escolhido foi o São Pedro. 

André Martins

Agente penitenciária é demitida por permitir entrada de celulares

A agente penitenciária Maria Abigail Vale Portela foi punida com a demissão pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) por participar de um esquema criminoso que tinha o objetivo de levar ilícitos a um presídio, principalmente aparelhos celulares. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da última quarta-feira (28).
Conforme a publicação, o esquema criminoso envolvia a agente penitenciária, o preso Argeu da Silva Queiroz e a sua companheira Marcela Nunes da Silva e foi descoberto em 18 de março de 2017. Na ocasião, outros servidores da Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) desconfiaram de um malote que seria entregue ao detento – custodiado no Centro de Execução Penal e Integração Social (Cepis), em Itaitinga – e encontraram celulares, chips, baterias, carregadores e fones de ouvido.
Questionada pelos colegas de profissão, Maria Abigail negou que tivesse vistoriado o malote e, em seguida, deixou o presídio sem ser notada. Os agentes penitenciários foram vistoriar as encomendas entregues por ela aos internos e encontraram mais quatro malotes com ilícitos. Ao total, foram apreendidos 56 aparelhos celulares.

Esquema criminoso
A investigação da Delegacia de Assuntos Internos (DAI), da CGD, através de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça e dos interrogatórios, descobriu que o esquema criminoso começou no início do ano passado e conseguiu levar dezenas de aparelhos celulares e outros ilícitos às celas do Cepis. Marcela combinava a entrega da encomenda com Abigail pela rede social WhatsApp, assim como o pagamento. A servidora pública recebia de R$ 800 a R$ 1.500 por cada malote que ela desviava dos outros agentes penitenciários e deixava passar sem vistoria e sem ser analisado pela máquina de raio-X.
Para a Controladoria, as provas constantes nos autos demonstram que a agente penitenciária participava do esquema “de forma consciente e voluntária” e que os crimes cometidos pelo grupo representaram “significativos riscos de prejuízos imediatos à Sejus/CE e mediatos à sociedade alencarina”.
Maria Abigail Portela não atendeu às ligações da reportagem. Durante a investigação, a defesa da servidora, primeiramente, alegou que as provas não eram suficientes para condená-la pelos crimes; e, depois, levantou a tese de que a cliente se envolveu emocionalmente com Argeu e deixou os malotes passarem porque confiava nele e acreditava que continham apenas alimentos e produtos de higiene.

Prisões
O trio foi preso em cumprimento de mandados judiciais pela CGD e pelo Ministério Público do Ceará (MPCE), no dia 17 de janeiro deste ano. Paralelamente ao processo administrativo-disciplinar que culminou em demissão, a agente penitenciária responde a uma ação penal na Justiça por corrupção e associação criminosa, junto dos dois comparsas. Argeu Queiroz responde também a estupro de vulnerável e roubo. Já Marcela da Silva não tinha passagens pela Polícia. A defesa do casal não foi localizada.

Diário do Nordeste