terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Policial Civil Luis Mauro Albuquerque está no epicentro da maior crise de segurança do Ceará

Secretário Penitenciário do Ceará Luis Mauro de Albuquerque

O policial civil Luís Mauro Albuquerque está no epicentro da maior crise de segurança pública do Ceará, que já dura mais de 10 dias. Ao tomar posse como secretário de Administração Penitenciária, no último dia 1º de janeiro, Albuquerque fez duras declarações contra o crime organizado no estado. Disse que não reconheceria a atuação das facções criminosas e que acabaria com a separação desses grupos por presídios no estado.

Com origem no Distrito Federal, onde construiu a carreira na Polícia Militar e, depois, na Polícia Civil, em que chegou a ser diretor penitenciário, Albuquerque ganhou notoriedade nacional ao coordenar uma força-tarefa federal, em 2017, para conter um motim no presídio de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. A rebelião, com duração de 13 dias, resultou na morte de 26 detentos. 

No Ceará, atuam pelo menos três grandes facções: o Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro; o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo; e os Guardiões do Estado (GDE), fundado em território cearense. Há ainda franjas da Família do Norte (FDN), do Amazonas, com atuação no Ceará, mas em proporção bem menor.

No O Estado

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