sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Novo decreto amplia toque de recolher no Ceará para às 20 horas e restringe outras atividades

 

O governador Camilo Santana (PT) anunciou, nesta sexta-feira (26), a ampliação do toque de recolher e reduziu novamente o funcionamento das atividades consideradas não essenciais. A circulação de pessoas, que antes era proibida a partir das 22 horas, passa a ser às 20h. Já as empresas deverão fechar às 19h. As restrições valem a partir deste sábado (27) até o próximo dia 7 de março.  As aulas presenciais em redes de ensino pública e privada continuam suspensas. 

O governador informou que dialoga com o setor para avaliar o retorno. Mas, por enquanto, afirmou, o ensino remoto está mantido. O novo decreto será publicado nesta sexta-feira (26), no Diário Oficial do Estado.  

O governador informou, também, que estuda ações para o segmento de alimentação fora do lar. 

Veja quais as novas medidas anunciadas a partir deste sábado: 

- Toque de recolher entre 20h e 5h, de segunda a sexta-feira, e entre 19h e 5h aos sábados e domingos, com saídas permitidas somente em situação de comprovada necessidade; 

- Comércio de rua funciona de segunda a sexta-feira até as 17h. As outras atividades econômicas e as religiosas, até 19h. Serviços essenciais podem funcionar após esse horário. No sábado e domingo, restaurantes funcionam até as 15h, e outras atividades econômicas e religiosas até as 17h; 

- Espaços públicos continuam com circulação restrita todos os dias a partir das 17h; 

- Igrejas devem realizar suas atividades com até 30% de sua capacidade, e estimular as celebrações de forma virtual; 

- Academias de ginástica devem funcionar com 30% de sua capacidade, devendo fazer o agendamento de horários para o devido cumprimento de todos os protocolos sanitários; 

- Continua remoto o trabalho para servidores públicos, com exceção das atividades essenciais. Recomendação para a mesma medida junto ao setor privado; 

- Seguem as barreiras sanitárias em Fortaleza, com recomendação para o controle por parte dos municípios no Interior. (Via DN)

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