segunda-feira, 1 de março de 2021

Prefeita determina que Camocim seguirá as regras do decreto estadual; confira:

A Prefeita de Camocim, Elizabete Magalhães, atualizou neste domingo, 28, o decreto de isolamento social no município como medida de prevenção a Covid-19. No documento, a gestora determina “que sejam obedecida as disposições legais do decreto estadual 33.955 de 26 de fevereiro.

O município não adotará barreira sanitária neste período da vigência deste novo decreto com vencimento em 8 de março.  

Leia a baixo algumas das principais medidas do decreto:

O funcionamento das atividades econômicas, no Município de Camocim, observará o seguinte:

De segunda a sexta, o comércio de rua somente funcionará até as 17h; e as demais atividades, inclusive religiosas, até as 19h; aos sábados e domingos os restaurantes e os demais estabelecimentos para alimentação fora do lar somente funcionarão até as 15h; as demais atividades, inclusive religiosas, funcionarão até as 17h.

Em qualquer horário e período de suspensão das atividades, poderão os estabelecimentos funcionar desde que exclusivamente por serviço de entrega (delivery), inclusive por aplicativo.

Fica estabelecido “toque de recolher” no Município de Camocim, ficando proibida, todos os dias, das 20h às 5h, a circulação de pessoas em ruas e espaços públicos, salvo em função de serviços de entrega (delivery), para deslocamentos a atividades essenciais. 

Das 17h às 5h do dia seguinte, todos os dias, fica proibida a utilização de espaços públicos, tais como praças, “areninhas”, calçadões e praias.

Redução para 30% (trinta por cento) da capacidade de atendimento das academias e demais estabelecimentos voltados à prática de atividades físicas ou esportivas. 

Funcionamento das instituições religiosas com 30% (trinta por cento) da capacidade nos horários estabelecidos no art. 4o, deste Decreto, sendo que, após esses horários, só será permitida a celebração por transmissão virtual, sem a presença de público;

Suspensão das aulas e atividades presenciais em estabelecimentos de ensino, público ou privado, salvo em relação a atividades cujo ensino remoto seja inviável;

Estabelecimento do regime de trabalho remoto para todo o serviço municipal, salvo em relação aos serviços essenciais e recomendação ao setor privado para que priorize o mesmo sistema de modo a evitar ao máximo a circulação de pessoas.

André Martins

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